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O valor do negócio e as mudanças nas regras contábeis

Pequenos e médios empresários no Brasil não têm dado muita importância à área contábil de suas empresas, que por sua vez, já está sentindo as mudanças e o aumento de serviços por causa da adaptação às regras trazidas pelas Leis no 11.638/2007 e 11.941/2008, e pelos pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC.

Para se ter uma idéia, até agora foram aprovados mais de 40 pronunciamentos e interpretações técnicas, e outros estão por vir, o que significa que os balanços exigirão muito mais cuidados, mais treinamento dos contadores e atenção quanto aos dados contábeis, assim como maior preparo dos analistas para interpretar o desempenho e projetar as informações financeiras das empresas.

É interessante observar que muitos empresários crêem que essas mudanças não afetarão seus negócios, que elas vão valer apenas para as empresas degrande porte ou para aquelas de capital aberto. Mas, na realidade, as alterações são aplicáveis para todas as empresas, de todos os tamanhos. Isso porque o padrão contábil do Brasil está mudando. Se as regras mudam, a contabilidade muda. Por isso, todas as empresas têm de seguir esses novos preceitos.

Congruente as novas regras, que buscam a convergência das normas e práticas contábeis brasileiras às normas internacionais de contabilidade, que trazem uma transparência muito mais ampla para o mercado e seus usuários, estão as perspectivas de crescimento para o mercado interno, a economia brasileira dando ao mundo sinais de solidez. Esta mistura será um forte atrativo para os investidores internacionais, que devem procurar cada vez mais oportunidades no Brasil.

Mesmo o empresário que tem certeza que jamais vai se desfazer de sua empresa, pode utilizar as informações contábeis para avaliar o que torna o seu negócio mais atraente, descobrir o que pode ser melhorado na gestão, etc.

A seguir uma relação dos oito principais aspectos observados ao se avaliar um negócio (empresa).

  • A Empresa Geral - Como estão os indicadores essências da saúde da empresa, tais como: a capacidade de gerar caixa (EBITDA) o nível de endividamento (Dívida Líquida) e o peso dos custos no total do faturamento (Margem Bruta)?
  • Impostos - Os impostos e pagamentos para órgãos governamentais estão em dia?
  • Documentação Organizada - As licenças que a empresa precisa para funcionar estão em dia?
  • Finanças - Os balanços dos últimos anos estão corretos? As contas foram auditadas?
  • Retorno - Os recursos aplicados no negócio pelos empreendedores já dão retorno ou a empresa ainda precisa de mais investimento? Qual o prazo previsto para que resultados comecem a aparecer?
  • Negócio “versus” Empreendedor: Quanto a empresa depende diretamente da presença de seu fundador ou dono atual para crescer?
  • Riscos - Quais são os principais riscos a que a empresa esta exposta, questões legais, contingências cíveis, fiscais e trabalhistas?
  • O valor da Empresa - Quanto à empresa pode gerar de caixa nos próximos anos?

Uma análise destas questões por parte dos administradores (empresários), depende de um bom suporte contábil e de tempo para direcionar suas atividades a estas questões que muitas vezes no dia a dia, fogem do controle da gestão do negócio.

A Assessor-Bordin, possui uma equipe altamente qualificada, com domínio dos assuntos emergentes das novas regras contábeis e sua aplicabilidade, para ser parceira do empreendedor, do pequeno e médio empresário e auxiliá-lo em suprir suas necessidades, quer sejam para tomada de decisão, melhor conhecimento de seu negócio ou para obter um conforto de que seu legado está no caminho certo.

Marcus Sperandio, sócio da Assessor-Bordin, atua na área de Consultoria e Auditoria.



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